21 maio

Por não admitir fracassos é que nunca desisto daquilo que começo. Deixar algo inacabado parece-me admitir que fracassei.

Anúncios

Declaração: perdoa-me por revelar-te.

17 maio

Quando sinto o fresco e a brisa do teu corpo encontro todos os motivos pra ficar. Temo o arrependimento da distância, da falta que terei em nãoPINTURA DO RIO DE JANEIRO

ver o nascer e o pôr do sol.

Às vezes, quando a revolta me toma, penso que deixar-te é o Continue lendo

Reflexão

17 maio

O que é o impulso?

Declarar o que se sente num momento ansioso?

O que é felicidade?

Constatar a alegria d’um povo!

Então, esquece o que te oprime e vai, faz o que te faz bem. Avante!

16 maio

https://goo.gl/images/MDktSB

Impressões

16 maio

Ficam.

Elas ficam aqui cutucando

as primeiras impressões

Vão.

Não deixam vestígios sequer

no pensamento

Invadem.

Porque são textos querem ficar

querem vir e vêm se instalar na

folha de papel, as primeiras palavras,

as impressões

Mulheres por detrás do hiato.

16 mar

Quando nos colocamos rumo aos experimentos da vida ou rumo ao nada, partimos juntas sem temer o acaso. Todas as vezes que encontramos hiatos selamos sem palavras acordos de cumplicidade tão fortes que nossos olhos não precisam se encontrar. E o carinho mudo vem nas ações. Não preciso fazer as minhas tais conjecturas: tenho mania disso e sofro, mas sofro sorrindo. Eu disse esses dias que ninguém precisa saber que detrás daquele sorriso vazio havia dor. Sabe por que? eu te pergunto. Porque passa! É, a dor passa, tudo passa. A dor que por hora se estabelece, passa e não contamino os olhares ao redor. Penso às vezes na tua fortaleza. E aí cesso as palavras, mostro o sorriso.  E lembro-te mulher, crescida; tão precisa que a coisa se inverte. Você cuida de mim. Cuida em silêncio as minhas mazelas.  Seca minhas lágrimas sem lenço, fecha qualquer fenda que eu por acaso tenha deixado para trás.

Acontece que teu olhar não me engana. Meu jeito de te carinhar te acalma e te fortaleço; eu sei, nossos olhares conversam e qualquer fenda que por acaso tenhamos deixado para trás nosso amor encerra.

Experimento-me

2 dez

Foi incrível como meu corpo se moveu com o pensamento inerte

Sem estipular movimentos, sem tirar da imensa caixa paradigmática, resultados, que são os meus medos em relação à dança, eu fui

Não via ninguém além do giro

E rodava, rodava, passos largos e fugazes saindo de meu corpo…

Por dentro um não sei quê de: me liberto, eu liberta…

E no fim, tudo se deu num sôfrego suspiro.

%d blogueiros gostam disto: