O CORPO II

22 jun

As respostas chegam devagar,

Silenciosamente sob observância dos atos.

O gostar efêmero por vezes oposto aos olhos nus.

Impossível decifrar o que não é possível tocar!

E o sangue correr às veias dos nós trancados na garganta,

Sem respostas desse brilho do olhar.

E o sangue ferve, o delírio se mistura aos sonhos.

E nada acontece por acaso!

E você vê, e sente, e entende, e deixa no ar…

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