TREM DE FERRO

2 nov

Minha vida não sossega

Não é nada rotineira

Subo e desço

Corro e paro

Que vontade de chegar

Os sons do meu corpo longo

Vão surgindo ansiosos

Parando numa mansa

Malemolência

Sou trem de carga

Sou pesado

Sou levado

Pelo fogo da fornalha

Subo

Desço devagar

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