Chamo-te, poesia!

9 abr

Invado-te os sonhos,
Busco-te!
Não sossego tuas noites vazias.

Chamo-te aos meus desencantos,
Chamo-te sim!
Invado tua alma.
Atordoo-te os pensamentos,
Teu coração sem calma.

Procuro tuas mãos
vagarosamente, folha por folha de papel

a cor das palavras
que crias ser somente
e tão somente, tuas.

Desvendo pensamentos profundos

segredos, 

aqueles que finges

não serem teus.

 

 

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