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Reverência Pela Vida

4 set

Fragmentos do livro ao qual Rubem Alves conta em primeira pessoa um pouco sobre a impressionante vida de Gandhi:

  • Não terei medo de ninguém sobre a terra. Temerei apenas a Deus. Não terei má vontade para com ninguém. Não aceitarei injustiças de ninguém. Vencerei a mentira pela verdade, e na minha resistência à mentira aceitarei qualquer tipo de sofrimento.
  • Coisa estranha o corpo. Tão belo quando dominado pelo amor, tão vergonhoso quando possuído por suas próprias paixões…
  • A saudade é algo mágico. Ela tem o poder de transformar coisas que antes eram banais e comuns em memórias de encanto. Quando a saudade é muita, a imaginação, para consolar-se, esolhe os fragmentos alegres e risonhos do passado. Tudo fica transfigurado, luminoso, puro.

“Cada pessoa tem uma história pra contar. Elas trocam entre si pequenos fragmentos de memória, para que os outros saibam que, a despeito da distância, vivemos juntos momentos de verdade…

Entendi então o segredo do poeta. O poeta é um ser que é capaz de despertar o bem que dorme no fundo do coração humano.

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Hamlet

7 jul

Um fantasma começa a assombrar os arredores do castelo de Elsinore. Sua aparência lembrava muito a do recentemente falecido Rei Hamlet. O sentinela que avistou o fantasma pela primeira vez, chama Horacio, amigo do Príncipe Hamlet, para que também veja. Horacio decide que é melhor chamar o príncipe para ver também. O fantasma do Rei diz a Hamlet que foi assassinado pelo próprio irmão, Claudius, e pede a seu filho que vingue sua morte. Claudius é o atual rei, tendo conseguido o posto ao casar com a viúva do Rei Hamlet, Gertrude. Hamlet está determinado a vingar o pai, entretanto, acaba engajado em dúvidas filosóficas e morais, aparentando estar louco. Sua mãe, a Rainha, e seu padrasto Rei Claudius enviam dois amigos de Hamlet para averiguar o que estaria acontecendo ao jovem. Hamlet já estava interessado em Ophelia, filha de Polônio braço direito do atual Rei. Polônio suspeita que Hamlet está louco por causa de um amor mal-rresolvido com sua filha. O rei e seu agregado espiam uma conversa entre o casal, mas é Hamlet quem maltrata a garota. Um companhia de teatro chega no castelo, e Hamlet decide usar os atores de maneira a descobrir se Claudius é realmente culpado da morte do pai. O jobem manda os atores encenarem uma peça criada por ele que retrata o assassinato em questão, da forma como o fantasma do pai lhe contara. Como previsto por Hamlet, na hora em que o crime é cometido na peça de teatro, o Rei levanta-se e sai. O jovem vai atrás dele, pronto para matá-lo, mas recua quando vê o Rei rezando. Decide matá-lo mais tarde. O Rei Claudius decide que Hamlet é um problema e pondera mandá-lo à Inglaterra. Logo depois, Hamlet e sua mãe conversam no quarto dela. O jovem a condena a deslealdade para com seu pai, enquanto Polônio ouvia a tudo, escondido atrás das cortinas. O jovem ouve um barulho e aniquila Polônio, pensando que este era o Rei. Depois disso, o jovem é mandado imediatamente para a Inglaterra, e o Rei já tinha planejado a morte dele naquele país. Depois de partir, o barco de Hamlet é atacado por piratas. Ele escapa e volta à Dinamarca. Rejeitada por Hamlet e tendo perdido seu pai, Ophelia enlouquece. O irmão dela, Laertes, volta da França para vingar a morte de seu pai, encorajado pelo Rei, e de sua irmã, que suicidou-se. Este organiza um duelo de esgrima entre os dois. Entretanto, é uma armadilha para Hamlet: a espada de Laertes tem veneno na ponta. Caso Hamlet vença o duelo, o Rei brindará com veneno no vinho do jovem. Durante o funeral de Ophelia, Hamlet demonstra tristeza e arrependimento. Hamlet começa o duelo vencendo. Para comemorar, a Rainha bebe co copo com veneno. Ao mesmo tempo, Laerte fer Hamlet com o florete envenenado. Depois, eles acabam acidentalmente trocando as armas e Hamlet fere Laertes também com o veneno. Quando o jovem percebe tudo, obriga o Rei a também beber da taça envenenada. Por fim, Laerte absolve Hamlet da culpa da morte de Polônio. Os três homens morrem um após o outro.

A Arte de Inspirar Pessoas

24 maio

Certo escritor disse que “a liberdade da linguagem é o rosto de cada um”, nesta premissa, levo em conta que é fundamental termos a humildade de admitir que não sabemos tudo e sempre temos a aprender um com o outro, e, que isso independe do nível sócio-cultural.

Diariamente a vida nos mostra caminhos novos e situações que temos de definir e decidir ações. É preciso, no entanto, acreditarmos que o rumo a ser tomado fica mais leve e simples se fizermos isto de coração aberto, preparados para o desafio sem pesar. Dando oportunidade e deixando-se ouvir o que o outro tem a dizer.

O conhecimento é adquirido através de mensagens recebidas e isso somente será possível se estiver tomado pelo equilíbrio entre dar e receber, servir e ser servido causando aos que estão ao redor anseio e inspiração, vontades escondidas.

Deixar-se desafiar pela inspiração é um jogo de montagem do pensamento e da imaginação fluindo e formando vagarozamente o que tens a dizer!

“A liberdade da linguagem é o rosto de cada um”. – Carlos Nejar.

10 maio

O Delírio do Poeta é Uma Loucura Domada.

10 maio

A imaginação é o traço inanimado que leva o pensamento do poeta a um arrebatamento. Em seus pensamentos cabe o delírio da criação e este delírio é uma loucura plural que o leva a mais perfeita ordem com as palavras.

No  processo de criação não existe  começo,  meio e  fim, ele apenas se completa, não há domínio; começa sem limite e termina quando algo se fecha. O exercício de liberdade é próprio da linguagem, maior que a razão.

Sociedade dos Poetas Mortos

10 jul

Me impressiona a sutileza com a qual este filme retrata a importância da leitura de mundo

e como é possível expressar tais sentimentos e motivar o jovem com delicadeza, com amor a arte de escrever.
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